terça-feira, 24 de junho de 2008

Ponto a ponto






O ser humano é extremamente sensível ao toque. Mas há quem acredite que nós temos certos pontos em que concentrariam maior quantidade de energia sexual e que, ao serem tocados, revelam-se verdadeiros poços de intensas sensações.
Como conseguir isso? Se conhecendo. A verdade é que as pessoas que buscam sensações prazerosas poderão descobrir um ABC completo de pontos interessantes. Basta se tocarem mais. Entretanto, convém ressaltar que tais pontos não são fórmulas mágicas e nem todos os fisiologistas e anatomistas reconhecem com exatidão as estruturas vinculadas a esses pontos, a nível de poderem confirmar seu papel na sensibilidade sexual.
Para quem é curioso e quer saber mais, citaremos alguns.

O mais conhecido é o Ponto G. Este famoso ponto, tão cantado em verso e prosa, corresponde ao tecido esponjoso que circunda a uretra. Segundo Ernest Grafenberg, estudioso que descobriu a região, quando a mulher fica excitada este tecido recebe maior quantidade de fluxo sanguíneo, aumentando de volume, e pode ser sentido através do canal da vagina. Quando estimulado, ele cria um sensação intensa e característica. Para algumas mulheres esta sensação é similar à sensação de vontade de urinar. Para algumas a estimulação do Ponto G pode ocasionar uma espécie de ejaculação. Para saber onde se localiza basta imaginar um pequeno relógio dentro da vagina, com o ponteiro das 12 horas apontado para o umbigo. A maioria das mulheres encontrará o Ponto G situado na região entre 11 e 1 hora.

Fala-se, atualmente, no Ponto U, descoberto pelo cientista norte-americano, Dr. Mckenna. Se o ponto G ainda é polêmico, o ponto U tem muito mais crédito entre os especialistas. Eles garantem que ele pode, sim, intensificar o prazer. Além disso, essa zona erógena é fácil de localizar e está presente em ambos os sexos.
Nas mulheres, o ponto U fica na saída da uretra (canal que sai a urina) - localizada entre o clitóris e a vagina - e pode ser muito excitante, uma descoberta de novas sensações, define o sexólogo Alfredo Romero, do Instituto Brasileiro para a Saúde Sexual (Ibrasexo).
Já no homem, o ponto U também fica na saída da uretra, na glande (cabeça) do pênis. Ele pode ser tocado suavemente pela mulher, com os dedos e a língua. De acordo com essa teoria, baseada em experiências com ratos, cuja anatomia sexual é parecida com a do homem, a estimulação manual desse ponto desencadearia o aumento da serotonina – substância reguladora do nosso humor – produzida pelas células da uretra. E essa estimulação levaria rapidamente ao orgasmo. "O ponto U pode ser estimulado com os dedos ou com a língua, de forma suave e delicada. Mas é preciso cuidado, pois um estímulo mais forte pode machucar", aconselha Romero.

A última novidade nessa área foi a descrição de um ponto que ficaria entre o colo do útero e a flexão anterior da vagina; descrito por um brasileiro que, para homenagear a cidade onde ele fez a descoberta, foi batizado como Ponto P, de Paranavaí. Segundo o terapeuta sexual Thyrson Moreira, ele pode ser explorado com os dedos e com o pênis, quando a mulher estiver por cima, durante a relação sexual. Já o ponto P masculino fica na próstata. "Para chegar até lá, a parceira introduz o dedo no ânus do parceiro e massageia suavemente a próstata, o que dará muito prazer ao homem. E o prazer anal nada tem a ver com homossexualidade", ensina Alfredo Romero.

Mas o Inesquecível Orgasmo, na realidade não é desencadeado exclusivamente por estímulos nos pontos referidos. É resultado de um conjunto de combinações cuja receita, quem prescreve é você.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Toca aí



Não é necessário conhecer nenhuma fórmula mágica para atrair a atenção do parceiro. Mas conhecer alguns truques, como técnicas de massagem erótica, podem dar um up no relacionamento. Indicada para mexer com a libido, essa massagem estimula os pontos eróticos. "É uma ótima idéia para casais que queiram melhorar o desempenho sexual ou sair da rotina. A massagem erótica estimula", diz Maria José de Almeida, terapeuta corporal do Quintal de Arte e Terapia, de Juiz de Fora (MG).

Aí vão as dicas:
Só com o toque dos dedos, exercendo uma pressão suave, esparrame um óleo essencial que, além de fazer a mão deslizar melhor, causa excitação. "O corpo humano é uma caverna cheia de segredos. Se não souber tocar não vai saber desvendar. Por isso o toque é tão importante", explica Maria José. No homem, os pontos mais sensíveis ficam na região abdominal e nas costas, acima do cóccix. Na mulher, a região de maior sensibilidade é a peitoral, a pubiana e a nuca. "A massagem atinge o corpo todo, mas esses são os pontos principais", diz a terapeuta.

Mas a massagem vai além do conhecimento dos pontos eróticos do corpo. Os outros sentidos olfato, audição e visão também são importantes neste jogo. "Tudo fica mais intenso quando um ambiente mais erótico é criado. Use óleos aromáticos, música e roupas que tenham cores que estimulem a libido", ensina Maria José. Prefira o laranja, o vermelho e o azul nas roupas. Evite o amarelo, que isola demais, o rosa, que causa apatia, e o branco, que não é indicado para momentos de erotismo. O preto pode ser usado somente nas roupas íntimas ou nos acessórios. "O resultado da massagem pode ser melhor quando os dois aprendem. Só que o homem é mais fechado porque acha que isso altera a masculinidade dele, mas ele não deixa de ser homem por saber tocar uma mulher na cama."

Fonte: Folha Online

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Jovens e os anticoncepcionais

Com a popularização da pílula anticoncepcional no Brasil nos anos 70, a idéia de liberdade sexual para a mulher veio à tona. Com isso, ela teve maior autonomia sobre seu corpo, podendo decidir quando teria filhos.

São vários os tipos de anticoncepcionais e eles apresentam aproximadamente a mesma eficácia, estando o índice de falha por volta dos 0,1% .

A iniciação sexual está mais precoce, mas ainda assim muitas adolescentes não fazem uso do medicamento.

A falta de diálogo com a família e a falta de informação são fatores que contribuem para que essas meninas não usem anticoncepcionais.

Saiba mais na
reportagem de Camila Louise e Jairo Faria.