
Sexo é também cultura. Encontro de sabedorias, experiências, casos e superstições. Para falar de sexo nesse aspecto, reunimos dúvidas freqüentes sobre o assunto e respondemos o que é mito e o que não é.
Sexo faz bem para o coração?
Sim. Os homens que têm entre duas a três relações semanais podem diminuir pela metade as chances de morrer por problemas cardiovasculares. A idéia é de que sexo é considerado exercício físico e como tal evitaria as chances de infarto do miocárdio e contribui para a desobstrução de artérias. Essa relação foi estudada por um grupo de cientistas das Universidades de Bristol e da Queen’s University of Belfast, no Reino Unido. Mas o estudo alerta que essa diferença está ligada a outros aspectos do estilo de vida do indivíduo. Ou seja, se você fuma, se sua alimentação é baseada em pastel de feira com guaraná, se pelada pra você só na cama, esquece! Não é o sexo que fará a grande diferença.
Sexo emagrece?
Sim. Transar é um exercício aeróbico, ou seja, queima calorias. Uma pessoa de 60 Kg, por exemplo, perde aproximadamente 280 kcal em 30 minutos de papai-mamãe. O mesmo tempo de sexo oral: 350 kcal. A mulher por cima: 450Kcal. Sexo selvagem por mais de 40 minutos: 850 kcal. Mas é óbvio que tudo isso depende de outros fatores. É improvável que alguém que esteja muito acima do peso e não se submeta a exercícios físicos, consiga tais proezas por tanto tempo. Recorra ao sexo quando estiver afim, e não para este fim.
Transar faz bem para a pele?
Sim. Durante o ato sexual, o corpo libera endorfina, o “hormônio da felicidade”. Ela contribui para melhora da circulação, oxigenando os tecidos e beneficiando além do coração, a pele e os cabelos. O efeito dessas substâncias no corpo é equivalente a uma boa limpeza de pele ou a uma sessão de sauna, já que a transpiração ajuda a eliminar as toxinas.
O tamanho do pênis interfere no desempenho sexual?
Não, o tamanho do pênis não é responsável pelo prazer do homem e da mulher. É claro que existem limites: um pênis não pode ser muito grande (por exemplo, acima dos 20 cm), mas também não pode ser muito pequeno (menor do que 5 cm em ereção). O que interessa, na verdade, é como o homem usa seu membro. Até porque, as mulheres geralmente não prestam muita atenção para o tamanho deles. Acreditem homens, suas parceiras preferem o conjunto da obra! Então, nada de ficar preocupado com o tamanho dele. Isso pode interferir na sua satisfação e desempenho sexual, ereção ou capacidade de segurar a ejaculação. Confie no seu taco!
Existe “ponto G”?
O “ponto G” não é unanimidade nem entre os cientistas, não seremos nós quem daremos o ultimato. Mas o assunto tem a sua história e para quem acredita, ele foi descoberto nos anos 50 pelo ginecologista Ernest Graffenburg. Recentemente, a cientista e ginecologista Emmanuele Janini, da Universidade de L’Áquila, na Itália, teria comprovado a existência do “ponto G”. Estudos americanos da Universidade de Rutger sugerem que as mulheres que participaram de suas pesquisas descreviam alguma sensibilidade na área onde o ponto G estaria localizado e que essa região pode se expandir com a estimulação sexual. E onde fica? Teoricamente, o “ponto G” é uma área mais rugosa da vagina, localizada na parede anterior, cerca de 2 a 5 cm de sua entrada.
O Viagra tem algum efeito sobre a mulher?
Não. O Viagra não tem qualquer efeito sobre as mulheres, já que o medicamento funciona ativando um tecido que só os homens possuem. O que algumas mulheres sentem ao ingerir o Viagra é apenas um efeito psicológico. Não existe ainda nenhum medicamento de efeito comprovado para aumentar o prazer sexual feminino. O melhor afrodisíaco para elas continua sendo um bom parceiro.
Sim. Os homens que têm entre duas a três relações semanais podem diminuir pela metade as chances de morrer por problemas cardiovasculares. A idéia é de que sexo é considerado exercício físico e como tal evitaria as chances de infarto do miocárdio e contribui para a desobstrução de artérias. Essa relação foi estudada por um grupo de cientistas das Universidades de Bristol e da Queen’s University of Belfast, no Reino Unido. Mas o estudo alerta que essa diferença está ligada a outros aspectos do estilo de vida do indivíduo. Ou seja, se você fuma, se sua alimentação é baseada em pastel de feira com guaraná, se pelada pra você só na cama, esquece! Não é o sexo que fará a grande diferença.
Sexo emagrece?
Sim. Transar é um exercício aeróbico, ou seja, queima calorias. Uma pessoa de 60 Kg, por exemplo, perde aproximadamente 280 kcal em 30 minutos de papai-mamãe. O mesmo tempo de sexo oral: 350 kcal. A mulher por cima: 450Kcal. Sexo selvagem por mais de 40 minutos: 850 kcal. Mas é óbvio que tudo isso depende de outros fatores. É improvável que alguém que esteja muito acima do peso e não se submeta a exercícios físicos, consiga tais proezas por tanto tempo. Recorra ao sexo quando estiver afim, e não para este fim.
Transar faz bem para a pele?
Sim. Durante o ato sexual, o corpo libera endorfina, o “hormônio da felicidade”. Ela contribui para melhora da circulação, oxigenando os tecidos e beneficiando além do coração, a pele e os cabelos. O efeito dessas substâncias no corpo é equivalente a uma boa limpeza de pele ou a uma sessão de sauna, já que a transpiração ajuda a eliminar as toxinas.
O tamanho do pênis interfere no desempenho sexual?
Não, o tamanho do pênis não é responsável pelo prazer do homem e da mulher. É claro que existem limites: um pênis não pode ser muito grande (por exemplo, acima dos 20 cm), mas também não pode ser muito pequeno (menor do que 5 cm em ereção). O que interessa, na verdade, é como o homem usa seu membro. Até porque, as mulheres geralmente não prestam muita atenção para o tamanho deles. Acreditem homens, suas parceiras preferem o conjunto da obra! Então, nada de ficar preocupado com o tamanho dele. Isso pode interferir na sua satisfação e desempenho sexual, ereção ou capacidade de segurar a ejaculação. Confie no seu taco!
Existe “ponto G”?
O “ponto G” não é unanimidade nem entre os cientistas, não seremos nós quem daremos o ultimato. Mas o assunto tem a sua história e para quem acredita, ele foi descoberto nos anos 50 pelo ginecologista Ernest Graffenburg. Recentemente, a cientista e ginecologista Emmanuele Janini, da Universidade de L’Áquila, na Itália, teria comprovado a existência do “ponto G”. Estudos americanos da Universidade de Rutger sugerem que as mulheres que participaram de suas pesquisas descreviam alguma sensibilidade na área onde o ponto G estaria localizado e que essa região pode se expandir com a estimulação sexual. E onde fica? Teoricamente, o “ponto G” é uma área mais rugosa da vagina, localizada na parede anterior, cerca de 2 a 5 cm de sua entrada.
O Viagra tem algum efeito sobre a mulher?
Não. O Viagra não tem qualquer efeito sobre as mulheres, já que o medicamento funciona ativando um tecido que só os homens possuem. O que algumas mulheres sentem ao ingerir o Viagra é apenas um efeito psicológico. Não existe ainda nenhum medicamento de efeito comprovado para aumentar o prazer sexual feminino. O melhor afrodisíaco para elas continua sendo um bom parceiro.