sexta-feira, 6 de junho de 2008

Jovens e os anticoncepcionais

Com a popularização da pílula anticoncepcional no Brasil nos anos 70, a idéia de liberdade sexual para a mulher veio à tona. Com isso, ela teve maior autonomia sobre seu corpo, podendo decidir quando teria filhos.

São vários os tipos de anticoncepcionais e eles apresentam aproximadamente a mesma eficácia, estando o índice de falha por volta dos 0,1% .

A iniciação sexual está mais precoce, mas ainda assim muitas adolescentes não fazem uso do medicamento.

A falta de diálogo com a família e a falta de informação são fatores que contribuem para que essas meninas não usem anticoncepcionais.

Saiba mais na
reportagem de Camila Louise e Jairo Faria.

3 comentários:

Carolina Martins disse...

A reportagem ficou muito boa, abordou tanto o lado comportamental como o lado da saúde sexual. Mas a pluralidade poderia ser maior, já que o intuito é justamente desmistificar o sexo. Ainda acho que partiu de um senso comum, e talvez por isso ficou meio dogmática. Poderia ter explorado outras posturas, como meninas que falam sobre sexo abertamente com a família, ou casais de namorados que “dividem” a conta do anticoncepcional, para mostrar que existem mudanças e diferenças no comportamento sexual e de que forma isso é bom, ou não.

Cansei de seu sexo disse...

Oi Carol!
A nossa intenção inicial era abordar o lado comportamental do uso de anticoncepcionais. As meninas estão realmente se prevenindo? Segundo os dados que encontramos, boa parte das meninas sexualmente ativas ainda não usam anticoncepcional. Opa, mas porque isso acontece então? Falta de informação? Qual a participação da família? Do namorado?

Mas acabamos recebendo recomendações de abordar o lado da saúde também. Para que a matéria não extrapolasse seus minutos cravados, talvez tenhamos sacrificado o enfoque da matéria.

Mônica disse...

Bom, de tantas impressões boas sobre a matéria...fica uma em especial, já que vocÊs optaram por mostrar principalmente o lado da mudança de comportamento com relação à pilúla: gostei da escolha de personagens. Acho que não deve ser fácil(o que diz a matéria!) conseguir que até mesmo as pessoas dÊem entrevista sobre o assunto, gravação de voz...essas coisas todas...já que é um assunto íntimo, e que ainda sofre muito com "olhar torto " da sociedade em geral....

Fica a recomendação de dar mais atenção ao lado médico, dos próprios especialistas, que foram deixados um pouco de lado.

Por fim, parabéns ao Cansei de seu sexo pela iniciativa de conversar sobre sexo de forma não abusiva, não explorativa, mas séria e objetiva, sem máscaras.